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  • Contos – A Faxina
  • 3 modos de glorificar a Deus no seu trabalho

Tempo de colher e plantar novamente!

Paz de Cristo!

Tenho vivido momentos incríveis!
Nos últimos 6 meses passei por uma grande quantidade de dificuldades. Muitas mesmo.
Mas desta vez algo diferente me ocorreu. Apesar da vontade de desistir eu continuei orando, agradecendo a Deus por estar me sustentando e continuei buscando-O.

Obtive vitória? SIM! Glórias a Deus!
Mas não foi em um piscar de olhos. Demorou, ao meu ver, mas foi no melhor tempo possível. Deus, em sua visão macro, sempre otimiza a ocorrência dos fenômenos em nossas vidas.


Eu assumi alguns compromissos de grande relevância para a minha vida profissional e acadêmica e com isso estive bem ocupado. Então, como outrora em minha vida, imprevistos ocorreram e fiquei sobrecarregado. Isso desencadeou uma série de problemas psicossomáticos e fui parar no hospital.
Como já havia passado por isso, eu acompanhei desta vez cada etapa procurando evitar ao máximo que a minha situação alcançasse aquele ponto mas não consegui.

Em outro post focarei em dicas de como aliviar o stress, melhorar a alimentação e melhorar a sua qualidade de vida.

Fiquei uma semana em casa, de cama, e neste tempo não fiquei parado mas procurei aumentar o meu conhecimento. Orei e tomei uma importante decisão na minha vida profissional. Deus me abençoou e dei um grande passo em minha carreira. Quando pensei que os próximos dias seriam de colher os frutos daquela decisão... ocorreram várias outras situações que vieram com força a me derrubar! Para lhe dar uma melhor noção do problema imagine um animal indo beber água em um lago e então um crocodilo surgindo e atacando este.

O Inimigo de nossas almas não brinca. Ele ataca para te derrubar e devastar tudo que você tem.

Continuei a orar e a participar ativamente em um grupo na igreja. Acabei não conseguindo continuar com a periodicidade das postagens deste blog e isto me abalou muito mas ainda assim não parei.

Queridos(as), os problemas não acabaram. Surgiram muitos outros mas graças ao BOM Deus não parei e então colhi os frutos do que havia plantado no início. E então tive a oportunidade de plantar algo que transformaria a minha vida. Só que esta semente possuía um alto preço a ser pago. E por minhas próprias forças e economias eu não conseguiria sequer comprá-la.

Em um ato de , com uma ousadia que creio foi-me dada por Deus, rumei em direção ao topo!
Muitas vezes nós nos esquecemos de que somos FILHOS DE DEUS! Somos filhos do Onipotente! Possuímos um potencial incrível dentro de nós.

Que sejamos tudo aquilo que Deus nos criou para sermos!
Que façamos tudo aquilo que Deus nos criou para realizarmos!

A partir do momento em que dei este passo fui surpreendido por algumas tempestades. Sim, mais de uma!
Orei a Deus e reafirmei a Ele que não importasse o resultado continuaria com Ele e grato. Mas se possível que se realizasse aquilo pois era um sonho!
Então com muita oração e ralação foi dando tudo certo ATÉ a semana anterior. Quando cheguei neste período recebi uma grande bênção mas que me faria escolher entre ela e esta semente. Fiquei sem saber o que fazer. Orei e coloquei nas mãos de Deus. E Ele me deu a melhor solução!

Realizei meu sonho e fui tremendamente edificado em diversas áreas.

Deus me deu este presente! Mais do que eu poderia imaginar! O que Ele faz é perfeito e melhor que os nossos planos. Não que lhe dizendo isto te encorajo a deixar de planejar mas encorajo a fazer os seus planos junto a Deus.

Seja organizado, planeje com antecedência, pague suas dívidas, faça as coisas honestamente e seja uma pessoa de fé.

Acabei de chegar de viagem e estou maravilhado! Ao olhar as fotos mal posso acreditar em tudo que aconteceu! Mas não há tempo a perder. É tempo de plantar novamente, aguardando pela chuva do Senhor e continuar a glorificá-lo.

Resumindo?
Plantou e colheu? Não pare! Plante e colha novamente!
Abaixo você pode conferir a minha alegria ao ter meu sonho realizado!
PS: Estava em Ponta Negra, Natal. #PresenteDeDeus




Que Deus lhe abençoe!
Sucesso!

João Victor Dias
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Analisando algumas estratégias de Satanás

Paz de Cristo!

Com a maior exposição da informação neste século, estando agora ao alcance de quase todos, a apologética tem se tornado uma arma poderosa para as religiões.
Por falta de conhecimento muitas pessoas são enganadas todos os dias. Pelo conhecimento que possuem algumas sobrevivem mais um dia e outras são mortas…

Ultimamente tenho ouvido bastante a seguinte frase: “Todos os caminhos levam a Deus”. Bastante mesmo! E se trata de uma grande e perigosa mentira.
Com ela ouço algumas outras que abordarei em outras postagens.

O motivo de estar falando sobre elas é que frases aparentemente inofensivas podem ter um impacto altamente destrutivo. Atuam como um veneno que nem sempre nos matará diretamente mas que poderá nos enfraquecer ao ponto de sermos facilmente vencidos.
Ao estudarmos a história das grandes guerras podemos ver que os maiores estragos não foram feitos pelos maiores exércitos e sim por pequenos grupos que se infiltravam no terreno do inimigo e o sabotava, encontrando-o desprevinido.



Com isso podemos ver que muitas estratégias do inimigo tem sido aprimoradas e modificadas conforme o tempo. Antigamente quando uma pessoa fazia algo de errado e esta frequentava alguma igreja logo se afastava de lá até se consertar ou ser afastada de vez por Satanás.
Agora algo mudou.

As pessoas fazem coisas erradas e continuam dentro das igrejas. Isto para que possam fazer com que outras pessoas também se desviem do Caminho.
Pense comigo: Se vc estivesse no lugar do inimigo, com as mesmas intenções que ele possui, o que preferiria fazer? Desviar um crente da igreja e ceifar a vida dele ou deixá-lo a continuar frequentando a igreja e ter a oportunidade de corromper a mais crentes e ceifar mais vidas?

Satanás é um grande
estrategista mas servimos a um Deus que é infinitamente superior a ele em todos os aspectos!

Servimos a um Deus de excelência, que nos ama e nos protege. Porém, temos que andar de acordo com os Seus ensinamentos e vestir toda a Sua
armadura para ficarmos firmes contra as ciladas do diabo (Efésios 6:11).
Cilada. O inimigo se prepara para nos pegar desprevenidos. Por isso temos que vigiar tanto. E orar!

O inimigo não joga para perder. Ele ataca com força total nos momentos nos quais criamos “brechas”. Ele é astuto, sujo e paciente.


‘Satanás, como um pescador, escolhe a isca de acordo com o apetite do peixe.’Thomas Adams

A cada dia que passa temos visto mais religiões e doutrinas sendo criadas por pessoas que até chamam a si mesmo de Jesus!
Algumas atuam de modo bem discreto, alimentando outras mais visadas. E as mais perigosas são as aparentemente inofensivas, pois procuram nos iludir com uma boa lógica, caridade, alterações de leis e uso distorcido das Escrituras.
E ainda existe um trecho das Escrituras que indica que Satanás deseja trazer cansaço aos santos:

‘Ele falará contra o Altíssimo, oprimirá os seus santos e tentará mudar os tempos e as leis.’ Daniel 7:25 NVI

Após ler tudo isso talvez você possa estar achando que está em uma luta na qual não possui chance alguma de vitória. Se dependesse somente de ti ou de mim com certeza já estaríamos sendo peneirados nas mãos do inimigo. Mas se estamos aqui é pela graça, amor e misericórdia do nosso Deus! E Deus peleja por nós! Hallellujah!


‘O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é que vence o mundo? Somente aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus.’ 1 João 5:4,5

Satanás teme pessoas que nem nós, que temos fé no poder e na sabedoria de Deus.
Que possamos
compreender as disposições de Deus guardar as nossas vidas e nos proteger contra as investidas do diabo.

Que deus os abençoe!
Sucesso!

João Victor
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Como Ouvir um Sermão?


Pouco antes da faculdade, eu li o pequeno clássico de Mortimer Adler chamado Como ler livros. Pode parecer um título estranho. Afinal, como alguém poderia ler o livro a não ser que já soubesse ler? E se já soubesse ler, pra que ler então?
Como ler livros se tronou um dos livros mais importantes que eu já li. Adler rapidamente me convenceu que eu não sabia como ler um livro—não mesmo. Eu não sabia como fazer as perguntas corretas enquanto lia. Como analisar os principais argumentos do livro, ou como marcar meu exemplar para uso posterior.
Eu suspeito que a maioria das pessoas tampouco saiba como ouvir um sermão. Digo isto não como pregador, mas como ouvinte. Durante os últimos trinta e cinco anos eu ouvi mais de três mil sermões. Uma vez que sempre cultuei em igrejas que acreditam na Bíblia, a maioria destes me fez bem espiritual. Entretanto, fico imaginando quantos deles me ajudaram tanto quando deveriam. Francamente, temo que muitos sermões passaram pelos meus tímpanos sem marcarem meu cérebro ou alcançarem meu coração.
Então, qual a maneira correta de ouvir um sermão? Com uma alma preparada, uma mente alerta, uma Bíblia aberta, um coração receptivo e uma vida pronta para entrar em ação.
A primeira coisa é a alma estar preparada. A maioria das pessoas assume que o sermão começa quando o pastor abre a boca no domingo. Entretanto, ouvir um sermão começa na semana anterior. Começa quando oramos pelo ministro, pedindo a Deus que abençoe o tempo que ele gasta estudando a Bíblia e se preparando para pregar. Além de ajudar o pregador, nossas orações ajudam a criar em nós um sentimento de expectativa pelo ministério da Palavra de Deus. Esta é um das razoes porque, no que diz respeito a pregação, as igrejas geralmente recebem o que pedem em oração.
A alma precisa de preparação especial na noite antes do culto. No sábado a noite nossos pensamentos devem lembrar do Dia do Senhor. Se possível, seria bom ler a passagem bíblica agendada para a pregação. Devemos também dormir o \suficiente. Então, de manhã, nossas primeiras orações devem ser a respeito do culto público, e especialmente acerca da pregação da Palavra de Deus.
Se o corpo está bem descansado e a alma bem preparada, então a mente estará alerta. Boas pregações interessam primeiramente à mente. Afinal, é pela renovação de nossas mentes que Deus transforma nossas vidas (Rm 12.2). Então quando ouvirmos um sermão, nossas mentes tem de estar engajadas. Prestar atenção requer autodisciplina. Nossas mentes tendem a viajar durante o culto, ficamos sonhando acordados. Mas ouvir sermões é parte do culto que oferecemos a Deus. É ainda a oportunidade mais importante para ouvirmos sua voz. Não devemos insultar sua majestade e ficar olhado para os outros, pensando na semana que vem ou nos entretendo com os milhares de outros pensamentos que tumultuam nossa mente. Deus está falando e devemos ouvir.
Para isto, muitos cristãos entendem que ajuda ouvir os sermões com um lápis na mão. Embora não seja requerido tomar notas, é uma maneira de focar durante o sermão. É ainda um valioso auxilio a memória. O ato físico de escrever algo nos ajuda a fixar isto em nossas mentes. Além disso, há a vantagem de ter notas para futura referência. Tiramos mais benefício de um sermão quando mais tarde lemos, oramos e falamos acerca de nossas notas do sermão com alguém.
O lugar mais conveniente para tomar notas é dentro ou em nossas Bíblias, que sempre devem estar abertas durante um sermão. Alguns crentes fingem que conhecem a Bíblia tão bem que não precisam olhar a passagem sendo pregada. Mas isto é tolice. Mesmo se temos a passagem memorizada, sempre há coisas novas que podemos aprender ao ver o texto bíblico na página. Faz todo sentido pensar que temos mais proveito de um sermão com as nossas Bíblias abertas, não fechadas. É por isto que é tão encorajador pra um pregador expositivo ouvir o farfalhar das páginas virando enquanto sua congregação procura a passagem em uníssono.
Há outra razão para manter nossas Bíblias abertas: devemos nos assegurar que aquilo que o ministro diz está de acordo com as Escrituras. A Bíblia diz, acerca dos Bereanos que Paulo encontrou em sua segunda viagem missionária, “eles receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim”. Poderia se esperar que os Bereanos fossem criticados por ousar escrutinar o ensino do apóstolo Paulo. Ao contrário, eles foram elogiados por seu compromisso em testar cada doutrina de acordo com as Escrituras.
Ouvir um sermão — realmente ouvi — envolve mais que nossas mentes. Também requer corações receptivos à influência do Espírito de Deus. Algo importante ocorre quando ouvimos um sermão. Deus fala conosco. Através do ministério interno de seu Espírito Santo, ele usa sua Palavra para acalmar nossos medos, confortar nossos sofrimentos, incomodar nossa consciência, expor nosso pecado, proclamar a graça de Deus e nos fortalecer em nossa fé. Mas todas estas são coisas do coração, não apenas da mente, logo ouvir um sermão nunca é apenas um exercício intelectual. Precisamos receber a verdade bíblica em nossos corações, permitindo que o que Deus fala influencie o que amamos, o que desejamos e o que adoramos.
A última coisa a dizer sobre ouvir sermões é que deveríamos estar ansiosos por colocar em prática o que aprendemos. Boas pregações sempre aplicam a Bíblia à vida diária. Nos ensinam que promessas crer, que pecados evitar, que atributos divinos adorar, que virtudes cultivar, que objetivos perseguir, que boas obras fazer. Sempre há algo que Deus quer que façamos em resposta à pregação de sua Palavra. Somos chamados a ser “praticantes da Palavra, não somente ouvintes” (Tiago 1.22). Se não somos praticantes, então não fomos ouvintes e o sermão foi desperdiçado em nós.
Você sabe como ouvir um sermão? Ouvir—realmente ouvir—envolve uma alma preparada, uma mente alerta, uma Bíblia aberta e um coração receptivo. Mas a melhor maneira de verificar se estamos ouvindo é pela maneira que vivemos. Nossas vidas devem repetir os sermões que ouvimos. Como o apostolo Paulo escreveu para algumas das pessoas que ouviram seus sermões, “Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens, estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2Co 3.2 e 3).

 Fonte: Este artigo apareceu originalmente no site Reformation21, Copyright 2012, The Alliance of Confessing Evangelicals.
Autor: Philip Graham Ryken
DivulgaçãoMonergismoTradução: Emílio Garofalo Neto
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Reflexões sobre composições de músicas cristãs



“Conheça a Palavra de Deus. Nem mesmo comece a falar sobre ser um compositor cristão até que você possa contar a história da Bíblia do começo ao fim.” (Charlie Peacock)
Se eu sou um músico cristão, cada canção que eu componho, direta ou indiretamente, tem a ver com Jesus Cristo. Aqui estão alguns pontos e subpontos sobre isso:
  • Nós compomos algumas canções SOBRE Jesus.
  1. As melhores canções SOBRE Jesus nos ajudam a conhecer e amar o Jesus verdadeiro e bíblico.
  2. Nossas palavras e melodias nunca serão mais impressionantes do que o próprio Jesus.
  3. Nosso trabalho como poetas, como letristas e como compositores é estudar a realidade de quem Jesus é atentamente, consistente e fielmente; e conforme vemos isso mais claramente, tentar comunicar sua glória através de nossas canções.
  • Nós compomos algumas canções PARA Jesus.
  1. As melhores músicas PARA Jesus fazem-no parecer melhor, não a nós.
  2. É possível focar muito no que estamos fazendo e dizendo a Jesus que nós podemos perder de vista para quem estamos falando.
  3. Nós não precisamos de mais canções no estilo “Deus é minha namorada”. Há realmente uma enorme diferença entre o que eu digo à minha esposa, ou namorada, e o que eu digo a Jesus. 1) Jesus é digno de adoração, obediência, exaltação e adoração. Minha esposa não é. 2) Jesus me salvou do inferno, minha esposa não. 3) Eu preciso de Jesus. Embora ele me ame, Ele não precisa de mim.
  4. Nossas expressões de emoção são moderadas e guiadas pelo caráter e pela glória daquele para quem estamos falando.
  • Nós compomos todas as nossas canções POR CAUSA de Jesus.
  1. As melhores canções compostas por causa de Jesus levam a sério as realidades do céu e do inferno, do perdão e da condenação, da dor infinita e da eterna alegria.
  2. Trabalhamos para compor melodias doces, refrões criativos e letras inteligentes por que eles refletem a beleza, a criatividade e a glória de quem dá sentido, propósito e alegria às nossas vidas.
  3. Compomos canções sobre dor, provações, confusão, mistérios, sofrimento, envelhecimento, porque estas são as coisas que nos levam a Jesus. E não nos entristecemos como aqueles que não têm esperança.
  4. Compomos músicas que revigoram e inspiram as pessoas, que os levam a refletir e ponderar, sorrir e se mover, porque Deus é o doador de todos os presentes bons e a chuva desce sobre os maus e os bons.
Por: Bob Kauflin
OriginalWorship Matters
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Harmless – Filme Cristão de Horror sobre Pornografia



Pela primeira vez um filme com conteúdo cristão vai alertar sobre os perigos da pornografia através do terror. Em “Inofensivo” o diretor Rich Praytor vai tentar ensinar seus expectadores como esse vício desencadeia espíritos malignos que aterrorizam uma família.
Na trama o personagem principal será um marido e pai que trava uma batalha com uma caixa de pornografia que ele esconde no armário. Quando ele abre começa a ser atormentado pelo conteúdo e sua esposa e filhos também passam a ser perturbados por esse espírito.
“A pornografia é um problema bastante destrutivo”, diz ele que acredita que os filmes podem passar valores morais, pois apenas dizer que a pornografia é perigosa não funciona.
“Você tem que contar uma história convincente para chamar a atenção de alguém e, em seguida, educá-los enquanto eles estão sendo entretidos”, complementa.
Essa obra que chega aos cinemas americanos em outubro pela Onslaught Media promete ser o filme cristão mais tenso dos últimos tempos, mas a produção tomou todo o cuidado de não colocar imagens e linguagem inapropriadas.
“Tivemos que ser muito criativos na forma como retrataríamos a pornografia no filme. Nós não poderíamos simplesmente mostrar imagens de revistas e vídeos”, adianta Praytor que já disponibilizou o trailler do filme.
Fonte: Ficção Evangélica
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Diferenças entre ser um músico e um levita


Por Josaías Jr.
Sei que esse assunto já foi batido e rebatido várias vezes, por isso é possível que esse texto não apresente nenhuma novidade para alguns irmãos. Entretanto, gostaria de compilar aqui algumas das melhores razões para não usarmos a expressão levita para designar as pessoas que tocam e cantam no “período de louvor”. E mesmo que você não use o termo, proponho que leia pelo prazer de ver a história da salvação se desenrolando na figura do sacerdote.
Com isso, desejo não apenas levar irmãos a repensarem esse costume, mas também mostrar que a teologia por trás do sacerdócio levítico é muito mais bela, ampla e grandiosa do que parece.  Quero deixar claro (antes que alguém objete) que uma igreja pode usar essa expressão e ainda realizar cultos de adoração verdadeira, e que ninguém será condenado pelo uso do termo.  Entretanto, não há nenhuma boa razão para cometer esse erro deliberadamente. E, creio, qualquer desvio do ensino bíblico, mesmo os que parecem mais simples, podem ser portas para distorções perigosas. Por isso, sugiro que líderes e pastores levem em consideração o que está exposto aqui.

1) Nem todos os levitas eram músicos

A Bíblia relata, é verdade, que existiam levitas envolvidos com a música no antigo Israel. Vemos corais e bandas formados por membros da tribo de Levi e voltados exclusivamente para esse ministério. Entretanto, também lemos sobre levitas que cuidavam de outras atividades cultuais, como o sacrifício, e aqueles que se  envolviam  em tarefas  administrativas e operacionais.
Sei que alguns defensores da expressão “levita” sabem disso. (Por exemplo, o polêmico concurso “Promessas” admite isso em seu site oficial). Ainda assim, preferiu-se ignorar todas as outras funções associadas ao ministério levítico e concentrar-se apenas nessa.  Por quê?
Alguns entendem que é por estrelismo dos músicos, mas prefiro pensar que há um motivo mais profundo – a valorização medieval de funções “sagradas” em detrimento de funções “seculares”. Varrer o chão, organizar culto, carregar coisas – qualquer um faz. Adorar, somente os crentes. Há um fundo de verdade aí, mas também há uma ignorância quanto ao chamado geral de Deus para humanidade. Tanto o administrador quanto o zelador podem glorificar a Deus em suas respectivas funções. Isso não é um culto público, mas é um culto.
Assim, alguém responsável por assuntos cotidianos como arrumar cortinas do templo poderia “ser tão adorador” quanto Asafe, o compositor. E  um músico no culto público pode estar profanando o nome de Deus – se seu alvo não for a glória do Criador.

2) O chamado levítico originalmente envolvia toda a humanidade

Um dos assuntos mais interessantes da Bíblia é a teologia do local de adoração. Quando Adão e Eva foram criados, eles receberam um chamado de glorificar a Deus por meio do casamento e da procriação, do domínio sobre a natureza e do descanso no sétimo dia. E eles foram colocados em um Jardim, onde poderiam adorar o Criador e exercer a função de guardar e cuidar do Éden.
Algo que passa despercebido pela maioria dos cristãos é que Moisés e outros autores bíblicos repetiram certas expressões e símbolos sobre o  Jardim do  Éden quando falavam sobre o tabernáculo e o templo.  Ou seja, o Éden era um “templo” que deveria ser guardado pelos primeiros levitas  – Adão e Eva. O termo “lavrar e guardar”  (Gn 2.15) é a mesmo usado para as funções dos levitas em Números 3.7-8, 8.26  e  18.5-6. O chamado de adoração e cuidado com o “templo” é um chamado geral, dado a nossos primeiros pais, assim como o casamento, a família, o trabalho e o descanso.
“Se o Éden é visto como um santuário ideal,  então talvez Adão deva ser descrito como um Levita arquetípico”  (Gordon J. Wenham)1

3) O levita tinha um papel de mediador, assumido por Cristo

Como ungidos do Senhor, os levitas tinham  um papel  de mediar a Aliança entre Yahweh e o povo de Israel. Eles não eram simplesmente  pessoas que “ministravam a adoração” para a congregação. Muitos veem o povo realizando sacrifícios e entendem que aquilo era o paralelo de nossos momentos de louvor hoje. Há certa relação, mas os sacerdotes faziam muito mais.
Como mediadores, eles exerciam o papel de representar Deus para o povo e representar o povo para Deus. É por isso que esse era um cargo de extrema importância e perigo. Se  o levita chegasse contaminado na presença de Deus, ele estava dizendo que  a nação estava em pecado.  Se  ele chegasse maculado  na presença de Israel, era uma blasfêmia – “Deus” estava corrompido. Eles não estavam simplesmente realizando cultos, eles tornavam o culto possível.
Hoje, esse papel é cumprido perfeitamente por nosso sacerdote e cordeiro Jesus. Como perfeito Deus e perfeito homem, ele pode posicionar-se como representante de Yahweh diante do povo e representante da igreja diante de Deus.  Como afirma o Apóstolo, “há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1 Tm 2.5). Assim, o ministro de louvor hoje é meramente alguém dependente do verdadeiro mediador, aquele que torna o culto possível, o Senhor Jesus.

4) Jesus não é representante do sacerdócio levítico

Entretanto, apesar de sacerdote, Jesus não pode ser considerado um levita. Um motivo para isso é biológico – ele não é descendente de Levi, mas de Judá. Como ele poderia assumir a função sacerdotal? O segundo motivo é teológico. O autor de Hebreus ensina que Jesus é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque  (Hb  5.10).
O Salmo 110 (não sem motivo o texto do Antigo Testamento mais citado no Novo) nos fala de um rei-sacerdote que se assenta no trono de Davi. De fato,o próprio Davi cumpriu certas funções sacerdotais sem ser realmente um levita. Como isso seria possível? Isso acontece porque esse sacerdote é da mesma ordem de um misterioso personagem de Gênesis 14, um rei de Salém (note as sílabas finais de uma tal Jerusalém) chamado Melquisedeque.
Esse personagem, por estar envolto em tanto mistério, é considerado uma figura de Cristo. Ele era “sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus”  (Hb 7.3) e tanto rei de justiça, quanto de paz (7.2). Assim,valorizar demais o sacerdócio levítico pode nos levar a renegar uma ordem superior, a de Melquisedeque, por quem vem a perfeição  (Hb 7.11).

5) A Nova Aliança, da qual fazemos parte, tornou o sacerdócio levítico caduco

O autor de Hebreus vai mais além e diz que o sacerdócio da ordem de Arão foi revogado. Diante da superioridade de um sacerdote que é eterno  (Hb 7.24), mediador de uma Aliança  superior (Hb 8.6), ele conclui que o sistema anterior era fraco e não podia aperfeiçoar (7.18,19).
Usando o relato sobre Abraão e Melquisedeque, o autor de Hebreus mostra que, quando o Patriarca entregou seus dízimos ao Rei de Salém, estava ali comprovado que o sacerdócio levítico era inferior ao sacerdócio de Jesus.  Como assim? Ele explica que a tribo de Levi era  responsável pelo recolhimento do dízimo no antigo Israel. Mas o que vemos em Gênesis? Um antepassado dos levitas entregando as ofertas e sendo abençoado por outro sacerdote! Levi, ainda nos lombos de Abraão (7.10), colocou-se debaixo da autoridade de Melquisedeque.  Como sabemos, somente o maior abençoa o menor (7.7).
Assim, depois dessa interpretação pouco usual (mas inspirada), o autor de Hebreus conclui – a Nova Aliança envelheceu a primeira, que está velha e prestes a acabar (8.13). Assim, fazer referência a essa instituição em cultos neotestamentários é exaltar as sombras que  passaram, que não aperfeiçoam (10.1) e são fundadas no que é terrestre e passageiro (8.2).

6) Em Cristo, todos somos sacerdotes

Unidos a Cristo, somos tratados como portadores de sua perfeita vida de obediência e, assim, podemos  ser  considerados sacerdotes. Um dos  chamados de Israel era ser um reino de sacerdotes (Êx 19.6) – justamente a posição que Adão falhou em cumprir. O apóstolo Pedro aplica essa expressão à igreja e afirma que somos sacerdócio real (1 Pe 2.9).
Da mesma forma que a  humanidade foi chamada, no primeiro  Adão, para guardar o Éden, a nova humanidade, no último Adão, é chamada a ministrar na Nova Criação.  Todos os crentes são chamados a adorar e oferecer sacrifícios (Rm 12.1), não apenas uma classe especial  de pessoas. É isso que chamamos de sacerdócio universal dos crentes.

7) Cria uma divisão entre crentes “levitas” e “não-levitas”

A  última razão é mais prática que teológica. Em muitas igrejas, essa separação entre “ministros de louvor” e a congregação gera uma perigosa classificação de  espiritualidade.  É claro que pessoas que se colocam à frente da congregação (e, de certa forma, ensinam e lideram o rebanho) devem tomar um cuidado especial em relação a suas atitudes e serão responsabilizados mais rigorosamente.
Entretanto,  isso  não coloca necessariamente os cantores e  músicos em algum tipo de posição diferente, como alguém  mais consagrado, um foco maior de ataques do inimigo, imune à críticas, etc. Tanto  pastores, quanto músicos e “leigos” são aceitos por Deus por meio da fé em Cristo, porque ele viveu e morreu de forma perfeita por nós. Diante de Deus, todos têm 100% de aprovação.
Ao mesmo tempo em que músicos e cantores devem estar atentos  para que não caiam, eles precisam se  lembrar de que a cruz nivela tudo – somos todos merecedores da ira eterna, somos todos considerados perfeitos por Deus. Em Cristo, não em Levi, todos somos templo,sacrifício e sacerdotes. Se Deus nos uniu assim, quem somos nós para separar?
Em Cristo, não em Levi, todos somos templo, sacrifício e sacerdotes. Se Deus nos uniu assim, quem somos para separar?

1 Para uma tabela que mostra a ligação ente o Éden e o Templo/Tabernáculo, ver God’s Glory in Salvation through Judgment: a Biblical Theology,  de James M. Hamilton. Boas informações também em From  Eden to  the New Jerusalem,  de T. Desmond  Alexander.
Originalmente encontrado em iPródigo
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